A Chispita foi o primeiro animal enterrado no Cemitério de Guaíba. Ela foi seputada na terça, 5.
Ela morreu aos oito anos de piometra, uma doença uterina que afeta cadelas. Pela lei, o sepultamento só é permitido com laudo veterinário comprovando que o animal não morreu em decorrência de doença capaz de contaminar o solo ou representar risco sanitário. Em casos como zoonoses e outras enfermidades transmissíveis, a legislação determina que o corpo do animal seja cremado, e não enterrado em cemitério.
Só é permitido enterro em jagizo perpétuos
O projeto de lei foi proposto pela vereadora Gabi Panazzolo (MDB), foi sansionado prefeita Claudinha Jardim em abril deste ano.
"Fico muito feliz e emocionada em ver Guaíba sendo referência em empatia e cuidado, abrindo caminhos para que outras cidades também enxerguem essa pauta com o carinho e a seriedade que ela merece", disse a vereadora. "A nossa cidade se tornou a primeira do Rio Grande do Sul a colocar em prática uma lei que reconhece aquilo que muitos tutores já sentem no coração há muito tempo: os nossos animais também fazem parte da família e merecem uma despedida digna", completou Gabi.
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