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Segunda-feira, 13 de Abril de 2026
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Plano Diretor será revisado em 2026

Até meados do ano minuta deve ser apresentada a comunidade

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Por Jornal Nova Folha Regional
Plano Diretor será revisado em 2026
Valmir Michelon
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O Plano Diretor de Guaíba está sendo revisado. Uma empresa foi contratada há um ano para estudos.  A minuta técnica deve estar concluída até metade do ano que vem para ser encaminhada para discussões e ser apresentada à Câmara de Vereadores e à comunidade. As informações são da secretária de Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade, Paula Parolli.
Segundo ela, o novo  Plano Diretor   irá unificar e integrar leis complementares tratando de obras, da mobilidade, posturas, lei de parcelamento do solo entre outros. “Temos que pensar como a gente vai crescer, precisamos pensar nas áreas livres da BR 116 até Barra do Ribeiro, bem como o lago Guaíba”, disse.  Segundo ela, o novo plano deve ser resiliente e sustentável, atendendo ao sentimento do guaibense, que inclua espaços para saúde mental e física, com mais espaços para o lazer, ciclovias. “Cidade não pode ser pensada só para o automóvel, mas para as pessoas”, disse. Parolli adiantou alguns projetos da secretaria, que foi reestruturada com novo quadro técnico. O projeto da unidade de preservação José Lutzenberger está sendo retomado com o novo Conselho Gestor da unidade de preservação. Agora o foco será o plano de manejo, que dará as diretrizes. 
COLETA:  Projeto piloto de coleta seletiva do lixo deve começar em 2026. Segundo a secretária Paula Parolli, “não tem como falarmos em coleta seletiva sem falar em educação ambiental”. Por isso diversas ações ocorreram nas escolas neste ano com plantio de mais mil mudas. Ainda no primeiro semestre será inaugurado o Eco 100 Mirante, buscando a educação ambiental contínua. O mirante   deve ser inaugurado até março de 2026, junto ao lago nos fundos da prefeitura, na Rua São Paulo.  No local, estudantes poderão observar a movimentação das aves e educação ambiental com espaços para exposições e palestras.
      ARROIO: Na avaliação da secretaria, a quantidade de ocupação irregular ao longo da bacia do Arroio Passo Fundo sem o tratamento do esgoto é a principal causa da poluição. Existem cerca de três mil unidades irregulares.   Algumas famílias próximas ao arroio já foram realocadas pela Compra Assistida, liberando o corredor ecológico.
 A proposta dentro do Projeto de resiliência inclui ainda a dragagem do Arroio Passo Fundo, Arroio do Conde e o canal da Celupa; todos eles podem ajudar a cidade diante de novas enchentes.  

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