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Romaria das Capelinhas terá novo formato neste ano

Atualizado: Out 13



A religiosidade tem sido importante na pandemia. Mostrando a importância da fé neste momento, a 26ª Romaria das Capelinhas, um dos maiores eventos religiosos da Região, foi mantida. Seguindo as normas da saúde terá novo formato.


Ás 7h30min, diretamente de Guaíba, transmissão do programa ao vivo da Rádio Aliança FM 106.3 do programa “Chimarreando com Deus”, com a presença de Adoli e Tomaz Basso e Paullo Costa. A missa será às 10 horas na Igreja Matriz Nossa Senh

ora Livramento, em Guaíba. Convidamos a todos os Romeiros, Família e Comunidade para participar e acompanhar a transmissão pelo Facebook da Romaria das Capelinhas, Rádio Aliança FM 106.3 e outras redes sociais.

Á tarde, a partir das 13hs, concentração no Ginásio Rui Coelho Gonçalves – Coelhão, para o início às 14hs da carreata, percorrendo os tradicionais trajetos das Romarias anteriores. Durante a carreata, os moradores dos diferentes bairros e da cidade, serão abençoados.

A programação da Romaria que tem como tema “Nossa missão é a colher e proteger a vida” ira iniciar cedo. Kits com máscaras, frasco de água benta e a Oração da Romaria poderão ser adquiridos nas secretaria das paróquias e lideranças e com as animadoras de capelinhas das Comunidades.

“ Teremos uma Romaria diferente, de oração e celebração nas casas, espaço de fé e de vida, comentou a Irmã Nilva Dal Bello, da comissão organizadora. Em prepraração a Romaria acontecerá ainda uma novena com diferentes temas que serão refletidos nas comunidades do Vicariato Guaíba.


SUGESTÃO DE ROTEIRO DE
PREPARAÇÃO PARA a 26ª ROMARIA DAS CAPELINHAS

26/09/2020 a 21/10/2020 (9 encontros – 4ª feira e sábado)

Esta é uma proposta elaborada para as paróquias, comunidades e famílias se prepararem em oração para 26º Romaria das Capelinhas com o tema central “As famílias e as paróquias. A sugestão contempla temas que se referem a diversas fases e momentos da vida das famílias.

O roteiro pode ser usado de modo criativo pelas paróquias após a celebração da missa, com a oração do terço, momento devocional. Fica a critério de cada paróquia com seu pároco.

Sugere-se começar com a

Oração da 26º Romaria das Capelinhas,

na sequencia se faz a reflexão do tema de cada dia

e se conclui com a oração pelo fim da pandemia.

Oração da 26ª Romaria das Capelinhas

Ó Deus Trindade, fonte da vida e princípio do bem viver, criastes o ser humano e lhe confiastes o mundo como um jardim a ser cultivado com amor. Dai-nos um coração acolhedor para assumir a vida como dom e compromisso. Abri nossos olhos para ver as necessidades dos nossos irmãos e irmãs, sobretudo dos mais pobres e marginalizados. Ensinai-nos a sentir verdadeira compaixão expressa no cuidado fraterno, próprio de quem reconhece no próximo o rosto do vosso Filho. Inspirai-nos palavras e ações para sermos construtores de uma nova sociedade, reconciliada no amor. Dai-nos a graça de vivermos em comunidades eclesiais missionárias, que, compadecidas, vejam, se aproximem e cuidem daqueles que sofrem, a exemplo de Mãe Maria. Amém!

Bênção inspirada na oração do Papa Francisco pelo fim da Pandemia

Eu confio todos vocês ao nosso Deus compassivo, através da intercessão de Maria. Que a bênção de Deus desça sobre vocês, como um abraço consolador. Que Deus abençoe o mundo, dê saúde aos nossos corpos e conforte nossos corações. Que possamos, junto com São José, “lançar todas as nossas ansiedades a quem cuida de nós”. (1 Pedro 5, 7). Amém!

TEMA 1: A vida – nascituro e infância

Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predileção, estão também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a quem hoje se quer negar a dignidade humana para poder fazer deles o que apetece, tirando-lhes a vida e promovendo legislações para que ninguém o possa impedir. Muitas vezes, para ridiculizar jocosamente a defesa que a Igreja faz da vida dos nascituros, procura-se apresentar a sua posição como ideológica, obscurantista e conservadora; e no entanto esta defesa da vida nascente está intimamente ligada à defesa de qualquer direito humano. Supõe a convicção de que um ser humano é sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio para resolver outras dificuldades. Se cai esta convicção, não restam fundamentos sólidos e permanentes para a defesa dos direitos humanos, que ficariam sempre sujeitos às conveniências contingentes dos poderosos de turno.

(Papa Francisco, Evangelli Gaudim, nº 213).

TEMA 2: Adolescentes e jovens

Hoje muitas vezes há “conexão”, mas não comunicação. Se o uso dos aparelhos eletrônicos não for equilibrado, pode levar-nos a ficar sempre colados a um visor. Com esta mensagem, queridos jovens, gostaria também de lançar juntamente convosco o desafio duma viragem cultural, a partir deste “levanta-te” de Jesus. Numa cultura que quer os jovens isolados e debruçados sobre mundos virtuais, façamos circular esta palavra de Jesus: “Levanta-te”. É um convite a abrir-se para uma realidade que vai muito além do virtual. Isto não significa desprezar a tecnologia, mas usá-la como um meio e não como fim. “Levanta-te” significa também “sonha”, “arrisca”, “esforça-te por mudar o mundo”, reacende os teus desejos, contempla o céu, as estrelas, o mundo ao teu redor. “Levanta-te e torna-te aquilo que és”. Graças a esta mensagem, muitos rostos apagados de jovens ao nosso redor animar-se-ão tornando-se muito mais belos do que qualquer realidade virtual.

(Papa Francisco, Mensagem 25ª Jornada Mundial da Juventude 2020)

TEMA 3: Aos casais

Sabemos que o amor é o sonho de Deus para nós e para a família humana inteira. Por favor, nunca o esqueçais! Deus tem um sonho para nós, e pede-nos para o assumirmos. Não tenhais medo deste sonho! Sonhai alto! Guardai-o e, juntos, sonhai-o de novo todos os dias. Assim sereis capazes de vos apoiar mutuamente com esperança, com força e com o perdão, nos momentos em que o percurso se fizer árduo tornando-se difícil vislumbrar o caminho. Na Bíblia, Deus compromete-Se a permanecer fiel à sua aliança, mesmo quando nós O desgostamos e o nosso amor enfraquece. O que diz Deus na Bíblia para o seu povo? Escutai bem: “Não te deixarei nem te abandonarei” (Heb 13, 5). E vós, como marido e esposa, ungi-vos mutuamente com estas palavras de promessa, cada dia, pelo resto da vida. E nunca deixeis de sonhar! Repeti sempre no coração: “Não te deixarei nem te abandonarei”.

(Papa Francisco, 9º Encontro Mundial das Famílias Encontro com casais na Catedral de Dublin)

TEMA 4:

Idosos

A velhice como tempo de diálogo. O futuro de um povo pressupõe necessariamente um diálogo e um encontro entre idosos e jovens para construir uma sociedade mais justa, mais bela, mais solidária e mais cristã. Os jovens são a força do caminho de um povo e os idosos revigoram essa força com a memória e a sabedoria. A velhice é um tempo de graça, no qual o Senhor nos renova o seu chamamento: chama-nos a conservar e transmitir a nossa fé, chama-nos a rezar, sobretudo a interceder; chama-nos a estar perto dos necessitados. Os idosos, os avós têm uma capacidade única e especial para compreender as situações mais problemáticas. E quando rezam por estas situações, a sua oração é forte, é poderosa! Aos avós, que foram abençoados por verem os filhos dos seus filhos (cf. Sl 128, 6), é confiada uma grande tarefa: transmitir a experiência de vida, a história de uma família, de uma comunidade, de um povo.

(Papa Francisco, Discurso aos membros da Associação Nacional dos Trabalhadores Idosos, dezembro de 2019)

TEMA 5:

Aos cuidadores

Pensemos no difícil trabalho dos profissionais de saúde, enfermeiros e médicos, com os doentes com deficiência que contraíram o Covid-19. Rezemos juntos pelas pessoas com deficiência e por aqueles que as assistem.

(Papa Francisco em publicação pelo Twetter em 18 de abril)

Devemos apoiar aqueles que cuidam dos mais fracos, dos enfermos e dos idosos. [...] Essas pessoas, bem definidas pelo termo ‘cuidadores’, desempenham um papel essencial na sociedade atual, embora muitas vezes não recebam o reconhecimento ou a remuneração que merecem.

(Papa Francisco, Audiência Geral em 16 de setembro de 2020).

TEMA 6:

Dos que partiram nesse período

Nesta fé, podemos consolar-nos uns aos outros, conscientes de que o Senhor venceu a morte de uma vez para sempre. Os nossos entes queridos não desapareceram nas trevas do nada: a esperança assegura-nos que eles estão nas mãos bondosas e vigorosas de Deus. O amor é mais forte do que a morte. Por isso, o caminho consiste em fazer aumentar o amor, em torná-lo mais sólido, e o amor preservar-nos-á até ao dia em que todas as lágrimas serão enxugadas, quando «já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor» (Ap 21, 4). Se nos deixarmos amparar por esta fé, a experiência do luto poderá gerar uma solidariedade de vínculos familiares mais forte, uma renovada abertura ao sofrimento das outras famílias, uma nova fraternidade com as famílias que nascem e renascem na esperança. Nascer e renascer na esperança, é isto que nos propicia a fé. Contudo, gostaria de ressaltar a última frase do Evangelho que ouvimos hoje (cf. Lc 7, 11-15). Depois que Jesus restituiu à vida este jovem, filho da mãe que era viúva, o Evangelho reza: «Jesus entregou-o à sua mãe». Esta é a nossa esperança! O Senhor restituir-nos-á todos os nossos entes queridos que já partiram, e encontrar-nos-emos todos juntos. Esta esperança não desilude! Recordemos bem este gesto de Jesus: «Jesus entregou-o à sua mãe», assim fará o Senhor com todos os nossos amados familiares!

(Papa Francisco, Audiência Geral em 17 de junho de 2015)

TEMA 7:

Dos perseguidos e marginalizados

Talvez seja difícil de acreditar, mas hoje há mais mártires do que nos primeiros séculos. Eles são perseguidos porque dizem a verdade e anunciam Jesus Cristo para esta sociedade. Isso acontece especialmente lá onde a liberdade religiosa ainda não está garantida. Mas também em países onde, em teoria e nas leis, se tutela a liberdade e os direitos humanos. Rezemos para que as comunidades cristãs, em particular as que são perseguidas, sintam a proximidade de Cristo e vejam os seus direitos reconhecidos.

(Papa Francisco, em “O Vídeo do Papa” do mês de março, projeto da Rede Mundial de Oração do Papa).

TEMA 8:

Da Casa Comum

O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar. O Criador não nos abandona, nunca recua no seu projeto de amor, nem se arrepende de nos ter criado. A humanidade possui ainda a capacidade de colaborar na construção da nossa casa comum. Desejo agradecer, encorajar e manifestar apreço a quantos, nos mais variados sectores da atividade humana, estão a trabalhar para garantir a proteção da casa que partilhamos.

(Papa Francisco, Laudato Si, nº 13)

TEMA 9:

Celebrar o dom da vida

O maior dom que Deus ofereceu a cada um de nós é a vida; e a vida faz parte de outro dom divino originário que é a criação. Todos deveríamos sentir a grande responsabilidade de preservar adequadamente a criação e cuidar dela, protegendo-a contra as diversas formas de degradação. Temos a dever de conservar e entregar íntegro às futuras gerações o planeta, que recebemos como dom gratuito da bondade de Deus. Face à crise ecológica que estamos a viver, a perspectiva do dom recebido e que deve ser entregue a quem vier depois de nós é motivo de empenho e esperança.

(Papa Francisco, em discurso ao encontro promovido pelo instituto italiano de doação, no dia da doação em 2017).




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