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Regionalismo

PELO DIA DO FOLCLORE/Dorotéo Fagundes


É voz corrente as pessoas dizerem, “ah isso é folclore”, como se determinada narrativa sobre um fato, fosse lorota, demonstrando que no geral a sociedade não sabe direito o que significa a expressão FOLCLORE!

Eu mesmo fui só entender disso na década de 80, quando era assistente das palestras de Nico Fagundes, aonde ele ensinava que: Tradicionalismo é um movimento; Regionalismo uma corrente artística; Nativismo um sentimento e Folclore uma ciência.

A palavra FOLCLORE vem de antigas raízes saxônicas, quando FOLK significava povo e LORE saber, mas FOLK também pode ser gente, tribo, nação povo, e, LORE tradição, que no latim é significado jurídico da entrega de algum valor no cumprimento do ato da tradição, por exemplo: quem compra paga e com vende entrega, esses atos significam a tradição das partes, que no caso do folclore, é o ato de entregar verbalmente, valores culturais de um povo, de geração em geração.

Dado o neologismo inglês, a expressão FOLCLORE se firmou no tempo e passou ser entendido como uma ciência autônoma, que estuda os fatos culturais, materiais e espirituais de um povo, entregues sem ensaio formal ou seja, sem estar escrito, traduzido verbalmente dos mais velhos aos mais novos.

Aos empenhados nessa ciência, dá-se o nome de folclorista, que dos fatos materiais estudam, os usos e costume de um povo, das indumentárias, gastronomia, bebidas (por exemplo o chimarrão e a cachaça); e dos fatos espirituais pesquisam, as lendas, os contos, a poesia, música, os ditados, as brincadeiras, os jogos.

Portanto para homenagear esses pesquisadores do folclore, considerando que o inglês pai do vocábulo e da ciência, Willian Jhon Thoms, publicou pela primeira vez a expressão, em 22 de agosto de 1846, foi determinado daí ser esse dia, o Dia Internacional do Folclore.

Assim desejamos aos folcloristas vivos no planeta nossos parabéns e aos que já se foram, daqui como: Galvão Krebes, Dimas Costa, Glaucus Saraiva, Barbosa Lessa, Lilian Argentina, Nico Fagundes e Paixão Cortes, nosso respeito e profundo agradecimento, por nos legarem o entendimento cultural cientifico pelo Folclore, sobre nossas origens, usos e costumes gaúchos!

Para pensar: Nos rendendo a sabedoria do povo repito o dito folclórico: Não há bem que sempre dure e nem mal que nunca acabe!

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