Operação cumpre 15 mandatos de busca e apreensão



Após dois anos de investigação por parte da Delegacia de Polícia de Guaíba, foi desencadeada a OPERAÇÃO ULTIMATO, visando cumprir 15 mandados de busca e apreensão e 02 mandados de prisão preventiva.

Conforme a polícia, a investigação visou desarticular o tráfico de drogas capitaneado por um dos maiores fornecedores de cocaína de Guaíba.

Durante as investigações, apurou-se que o fornecedor também fazia a venda direta a usuários, em algumas situações, mas geralmente a partir de expressiva quantidade, consolidando clientela com bom poder aquisitivo.

Também se verificou que o investigado utilizava um mercado de sua propriedade para traficar, mas, para dificultar ainda mais a vigilância sobre o esquema criminoso, o comércio passou a funcionar também como tele entrega de lanches, durante a noite, intercalando a venda de lanches com a venda de drogas.

Durante as investigações, foram realizadas 25 prisões (entre flagrantes e preventivas) de pessoas ligadas ao líder do grupo.

Conforme a Delegada Karoline Calegari, que presidiu as investigações, a venda da droga era fracionada em diversas etapas, em que o consumidor pagava pela substância em lugar diverso do que a recebia, a fim de dificultar ao máximo o monitoramento por parte da Polícia.

Foram cumpridas as ordens judiciais por 85 policiais civis, 10 policiais rodoviários federais, com 30 viaturas. A operação também conta com o apoio dos canis do DENARC e da PRF, bem como dos policiais da CORE e apoio aéreo da Polícia Civil.

A investigação contou com o apoio do Gabinete de Inteligência da Polícia Civil.

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