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Como anda projeto da Unidade de Conservação José Lutzenberger?


FOTO Ricardo Minghelli



Estudantes do curso de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul fizeram uma trilha na Unidade de Conservação Parque Natural Municipal Morro José Lutzenberger (antigo Morro da Hidráulica). A unidade foi criada em 2013 depois de um intenso processo de discussão socioambiental. Em 2017 foi criado o Conselho Gestor do Parque e em 2018 definido o regimento interno do Conselho. Fotos Gabriela Bitencourt Alves Divulgação

O QUE DIZ A PREFEITURA:
“A Unidade de Conservação Parque Natural Municipal Morro José Lutzenberger teve seu plano de investimento aprovado pela SEMA e vem sendo feito pelo conselho gestor da unidade e pela Secretaria de Planejamento, Gestão Territorial e Meio Ambiente a aplicação do plano de investimentos. Estamos na primeira fase, elaboramos o termo de referência para a contratação dos serviços de topografia e laudo de cobertura vegetal, esses documentos já foram orçados com empresas, a empresa já foi escolhida e a documentação toda encaminhada para a CMPC para que ela proceda a contratação a cerca de 60 dias.
A CMPC tem até 90 dias para devolver a contratação da empresa para prestar-nos o serviço. O prazo para execução do serviço é de até 120 dias depois de contratada a empresa. A secretaria vem desenvolvendo o termo de referência para contratação de uma empresa para avaliação de imóveis. Junto com a análise de topografia e laudo de cobertura vegetal irá chegar os valores a serem pagos nas desapropriações dos imóveis privados que estão dentro da poligonal da UC. Esse serviço só pode ser iniciado após a entrega da topografia.
De acordo com o plano de investimentos, ainda se têm as etapas de educação ambiental, que vem sendo feito, principalmente, através da ONG AMA e a parte do plano de manejo e o pagamento das desapropriações. O investimento da medida compensatória da CMPC inicial era de R$ 6.000.000,00 e esse valor será reajustado. Paralelo a essas ações previstas no plano de investimento, quando há algumas medidas compensatórias de outros empreendimentos da cidade, como reposição florestal obrigatória por supressão de vegetação, a Secretaria vem exigindo que quando há uma doação em outra área, ela seja efetivada dentro da poligonal do parque e com isso vem adquirindo alguns imóveis paralelamente às medidas compensatórias”.

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