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Banda de revistas de Guaíba inspira jornalista em SP a criar seu próprio negócio


Foto Divulgação


O jornalista e escritor guaibense João Varella passou a infância em Guaíba, inspirou-se na Banca Claudinha que há décadas funciona na praça Gastão Leão para criar em São Paulo, a banca Tatui, que leva o nome da rua onde está instalada. Varela que morou em Curitiba e Buenos Aires optou residir na capital paulista após formar-se em jornalismo buscando mercado de trabalho. Chegou a trabalhar no Portal R7 e hoje é também escritor e editor.
Casado com a jornalista argentina Cecilia Arbolave, decidiu reavivar a noção de banca como espaço cultural. Feita de madeira, com design interno aconchegante conta com balanço disponível para quem quiser se divertir enquanto lê. O casal é também fundador da editora paulistana Lote 42, no ano 2012, já com mais de 50 publicações.
Varella estreou na literatura com o livro ‘Curitibocas-diálogos urbanos’, e depois publicou, entre outros, o livro ‘Agenda, ‘Videogame na pandemia’, ‘Videogame arte e cultura’ e por último ‘Me Tirar da Solidão (ou como aprendi a amar Banda Eva ao Vivo). Hoje, Varela sente saudades das pessoas de Guaíba, amigos e família. “Além disso de um certo silêncio que tem aí, aqui não temos paz auditiva”, comentou.

ÚLTIMO LIVRO: 'ME TIRAR DA SOLIDÃO (ou como aprendi a amar BANDA EVA AO VIVO)' faz uma análise profunda sobre como cedemos a pressões sociais e muitas vezes sufocamos o simples prazer de curtir uma canção, um álbum ou um gênero musical. Varella disseca as entranhas da axé music como fenômeno cultural, traça um perfil da cantora Ivete Sangalo como estrela pop e levanta questionamentos sobre o que é, afinal, “bom” ou “mau” gosto.



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