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Segunda-feira, 15 de Julho de 2024
odonto macedo
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Jorge Cabral

Arroz

Polêmica do leilão de arroz

Jorge Cabral
Por Jorge Cabral
Arroz
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Não há como  não admitir a nebulosa tentativa da transação comercial  pelo Governo Federal  que pululou  nos noticiários sobre  o leilão do arroz importado. A explicação não encontrou eco no setores produtivos e sérios  do país, vez que os produtores já haviam se manifestado  que não se fazia necessária a importação. Explicaram que   mais de oitenta por cento da colheita já havia sido realizada, e os fatos ocorridos no Rio grande do Sul,  com as enchentes e inundações não havia  prejudicado os arrozeiros, justamente  pela safra já  guardada. Embora de alguma forma todos foram prejudicados. 


No entanto, o Governo Federal ao que tudo indica e aparentou em sua conduta, pouco se importou com as explicações e as afirmações dos arrozeiros.    Insistiu com  ostensiva conduta de desprezo, contrariando as afirmativas dos produtores, entendendo  continuar com a idéia de promover o mais rápido  possível  nas tratativas para o leilão. Fato que inevitavelmente  levou    a especulações , o que diga-se de passagem, com razão sobre as necessidades em qualquer mente  mediana. As ações  do Governo Federal indicava que  estava   numa sodada demonstração de  intenções   movidas por  interesses que se manifestavam de modo   confuso, sobre os fatos em questão. Além dos valores  e preços  estranhos  apresentados   com explicações para  todos, um tanto quanto duvidosas. 

Os  licitantes,  esses  procurados segundo algumas investigações,   não apresentavam  currículos  de empresários  afins  do ramo arrozeiro  que indicasse conhecerem o produto  e a atividade que estavam disputando, ou na verdade  apenas participando da escolha da  destinada fatia do bolo.   Fato que por si só  desprestigiou   a quem assumiu naquela ocasião a função privada de importar  alimento tão importante  da dieta diária do brasileiro.  Ao mesmo tempo  levantava  a suspeita  de que algo não estava em conformidade  natural com o  próprio setor que bradou pela incoerência governamental. Se era o preço do arroz, então como tal deveria  ser tratado entre o Governo e setor, e não tentar desestabilizar  aniquilando  uma safra. Dizer mais, não é  preciso  de um Governo Federal  que com os mesmos  no passado  recente, manchou a própria sigla. 
Sendo  salvo por  filigranas de decisões jurídicas  ficcionistas não reais, por juízes eternamente gratos  que se opuseram aos fatos  reais. Neste imbróglio, lamacento depois que a  água baixou, o Governo Federal se vê envolvido em   mais uma  atitude desconfortável e desconcertante, embora, ainda,   sob   forte proteção que o blinda,  mas foi   não   suficiente para impedir  vir   à tona  pela  transparência tecnológica imposta pela virtualidade da informação. 
 

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Utilizam-se  dos guardiões  televisivos  e das redes sociais em seus  serviços,   transformados em agentes estatais   de  comunicações, que   parasitam   o  poder. Tentam desacreditar  a verdade e dar crédito a mentira. Nesta simbiose doentia  parasitária que consome o estado de saúde moral  do país.  Alimentam-se   das verbas destinadas  para divulgarem  publicidades tendenciosas  para um governo titubeante,   inebriado  de suas próprias razões.  Enquanto isso, os arrozeiros  do Estado do Rio Grande do Sul, que alimentam maior parte do Brasil com sua produção já custodiada,  continuam engajados,  além de  preservar vidas  alimentando com o arroz,  utilizaram  seus maquinários  para o esvaziamento das águas pelas cidades e aeroportos. 
         Talvez esse Governo  Federal perdido em sua  desorganização possa ser explicado  e entendido de trás para frente, pois a própria palavra ARROZ    ao contrário  é  ZORRA.

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